<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<tiskova_zprava>
    <titulek>Península de Setúbal avança na preparação do próximo quadro europeu</titulek>
    <datum>12.10.2026</datum>
    <subjekt>COMISSÃO DE COORDENAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL DE LISBOA E VALE DO TEJO I.P.</subjekt>
    <autor>
        <jmeno> </jmeno>
        <email></email>
        <telefon></telefon>
        <kontakt></kontakt>
    </autor>
    <region>
        <nadrazeny>Portugalsko</nadrazeny>
        <podrizeny></podrizeny>
    </region>
    <kategorie>
        <polozka>Obchod a ekonomika</polozka>
        <polozka>Státní správa a samospráva</polozka>
        <polozka>Kraje</polozka>
    </kategorie>
    <perex>Cerca de 60 participantes reuniram-se em Setúbal no primeiro debate territorial promovido pela CCDR LVT para construir a estratégia, definir prioridades e identificar projetos supramunicipais com maturidade, reforçando o posicionamento da Região de Lisboa e Vale do Tejo para o Quadro Financeiro Plurianual (QFP) 2028–2034.</perex>
    <text>

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR LVT) lançou a 9 de outubro, na Casa da Baía, em Setúbal, um ciclo de debates para aprofundar, alinhar e concertar soluções nos temas que decidem o futuro da região. O objetivo é claro: garantir que os próximos fundos europeus são executados a tempo e com impacto real.

A sessão, organizada em conjunto com a Comunidade Intermunicipal, reuniu autarcas, empresas, instituições de ensino superior, comunidade científica e entidades públicas e associativas.

Na abertura, a Presidente da CCDR LVT, Teresa Almeida, defendeu uma participação ativa da região num momento em que as propostas europeias estão em plena discussão: “É nas regiões que se asseguram as grandes transformações e se decide a competitividade”.

O diagnóstico apresentado para a Península de Setúbal não deixa margem para dúvidas: é urgente acelerar a convergência económica. Em 2024, o PIB por habitante, em paridade de poder de compra, ficou-se pelos 55% da média da União Europeia e, em 2025, o desemprego jovem atingiu os 23,2%. Para Teresa Almeida, “estes números dão-nos razões concretas para investir na modernização produtiva e nas qualificações, em áreas emergentes no quadro de inovação assumido”.

Com esta iniciativa, a CCDR LVT dá continuidade a um trabalho de preparação estratégica que aponta claramente para a importância de “agendas mobilizadoras dentro do desafio e da estratégia de reindustrialização”, integradas nos sistemas urbanos, nas redes funcionais e na qualificação dos recursos humanos. A CCDR LVT quer identificar oportunidades de investimento, reforçar as parcerias entre empresas e instituições de conhecimento e enfrentar os obstáculos que travam a preparação e a execução dos projetos. Como sintetizou Teresa Almeida: “Queremos reforçar as prioridades de investimento com mais projetos âncora antes de 2028”.

A Presidente destacou as capacidades industriais, portuárias e científicas do território, bem como a sua ligação ao mar, como alicerces desta transformação. Mas a medição do impacto do novo aeroporto, das ligações ferroviárias e das travessias do Tejo exige também ordenamento do território. O novo PROT de Lisboa, Oeste e Vale do Tejo (PROT LOVT) é, por isso, um imperativo: vem substituir o PROT AML, em vigor, concebido no século passado e aprovado em 2002.

Esta construção coletiva, que envolve entidades e setores, assenta em dois instrumentos futuros: o PROT LOVT e o PPNR (Plano de Parceria Nacional e Regional). Em conjunto, darão sustentação ao planeamento, à organização, ao financiamento e à execução efetiva, criando as condições para o desenvolvimento regional e para a afirmação internacional de cada território.

O ciclo de debates prossegue com sessões dedicadas à Área Metropolitana de Lisboa e ao Oeste e Vale do Tejo.

fotos: CCDR LVT e CM Setúbal


https://www.ccdr-lvt.pt/2026/10/peninsula-de-setubal-avanca-na-preparacao-do-proximo-quadro-europeu

</text>
</tiskova_zprava>
